Boca do rap dia 17/07/2011


Acontecerá no dia 17/072011 no Escologia km 14 da ciclovia do parque de pituaçu.
entrada 3,00R$



FESTIVAL CULTURA RAP

Data: 06 de Agosto de 2010 (SEXTA)
Local: Tarrafa – Rio Vermelho
Horário: 21H

Shows:
De Leve (Rio de Janeiro)
Daganja (Salvador)
Doga Love (Lauro de Freitas)

Discotecagem:
DJ Opreto (Salvador)

Ingressos: R$ 10,00 + 1kg de alimento

APRESENTAÇÃO MÚSICOS
Fazendo seu show solo, um dos rappers nacionais mais polêmicos e criativos, De Leve (RJ).

O show contará com um time de músicos para ninguém por defeito.

De Leve (RJ): Polêmico, criativo, sarcástico e largado. Essas são algumas palavras que definem esse rapper carioca, que une diversos estilos e tendências musicais a sua música, dentre elas as mais evidentes o rap e o funk pancadão.

http://www.myspace.com/deleve


Daganja: MC baiano que vem em franca ascenção desde o lançamento de seu álbum de estréia solo o "Entre versos e prosas" verdadeiro representante do rap contemporâneo: Real e criativo.

http://www.myspace.com/mcdaganja



Doga Love: Mc do grupo Villa$ Coa$t, apresenta agora um pouco de seu trabalho solo que pode ser ouvido na Mixtape "Aquecimento Global". Com um som bem dançante, perfeito para bombar na pista é certeza de esquentar o clima no Tarrafa.

http://www.myspace.com/mcdogalove

DISCOTECAGEM:
Dj Opreto: Riscando os discos e pondo geral pra dançar ao som do sambarock e rítimos da tropicália.

Para mais informações sobre o evento clique aqui.

Boca do Rap edição 2010 será dia 1 de agosto na Boca do Rio


No dia 1 de agosto será realizado no bairro da Boca do rio o retorno de um dos maiores eventos de rap de Salvador o Boca do rap edição 2010 com a participação dos grupos Invasão de raciocinio que faz a sua esteia tendo como um dos integrantes o Mc Moises ex PJC, também teremos os grupos RG da Quebrada e Fase Ideeologica ambos do bairro de Narandiba e para finalizar teremos a apresentação do grupo A Febre para fechar a noite a entrada do evento custará R$ 2.00 apenas para manutenção do estabelecimento e começará apartir das 15h.

Evento: Boca do Rap edição 2010

Dia: 1 de agosto de 2010

Horário: a partir das 15:00hs

Valor: R$ 2,00

Local: Clube do Transa, Rua do Caxundé, próximo à Creche Bel Machado, Boca do Rio, Salvador - BA.

Uma novidade para os produtores.


Ha mais ou menos 3 semanas o site da Propellerhead a empresa que desenvolve um dos maiores software de produção musical aninciou o lançamento da nova versão do Reason seu principal software. O Reason 5 & Record como o proprio nome já sujere agora tambem grava. mais informações no prorio site do desenvolvedor www.propellerheads.se mais detalhadamente você poderá ver no blog 40CºProduções que está totalmente em português.

Hip Hop Resistência Festival


O evento vai reunir em uma só noite as três maiores expressões do Rap nacional:

RACIONAIS Mc´s com sua formação completa : Mano Brown, Ice Blue, Ed Rock, Dj Kljay – Pré Lançamento do Cd

MV BILL – Lançamento do mais novo trabalho - Causa e Efeito

FACÇÃO CENTRAL

O Festival contará também com diversos atrativos como : Pista de Skate, Oficina de Tatuagem (exposição) e Grafiti ao vivo, Tenda de vínil, Costumização de roupas, bonés e Tênis e muitos mais opições de diverção e lazer para voce.

O Resistência Festival contará também com bandas locais, que estão sendo escolhidas pela produção do evento.


Pista R$ 30,00

Pista Promocional – 2 por R$ 40,00

Camarote WFE R$ 45,00

Mano Brown 40 anos hoje



Mano Brown 40 anos hoje | leia esse artigo no site

Postado por Cristiane Oliveira em 22 de abril de 2010 ás 0:12
Fonte: www.rapnacional.com.br

Mesmo tendo conhecido os batuques do samba antes de conhecer as levadas Rap, Brown com certeza já nasceu com as batidas do Hip Hop pulsando forte no coração.

Filho da zona sul de São Paulo criado pela mãe dona Ana, mais uma guerreira nordestinha que se embrenhou por terras paulistanas para tentar uma vida melhor na capital. Pedro Paulo Soares Pereira, o nosso Mano Brown dever ter herdado da mãe o sangue batalhador dessas faces nordestinas maltratadas pelo mundo, e aprendeu desde cedo a driblar as incertezas da sobrevivência e sobreviver.

Para formar sua ideologia ele leu Malcolm X buscou na biografia do pastor negro motivos para difundir seu amor e identidade pela pele.

Agiu segundo os ensinamentos de Martin Luther King que dizia “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas sim o silêncio dos bons.” Brown não ficou em silêncio gritou aos quatro cantos mundo, entrou pelo nosso rádio e nos fez ser mais preto, mais rap, mais Vida Loka.

Quem nunca foi impactado ao ouvir uma musica declamada por Brown que atire a primeira pedra, ou ao ver seu jeito de agir sem “estrelismos” diante daqueles que o admiram.

Posso relatar um fato onde eu estava presente. Era um noite quente de Janeiro na cidade de Bauru o local era a casa noturna Ecletic Hall, lá estava eu logo nas primeiras filas, antes mesmo de começar o show eu já havia ouvido um disparo, mas não parecia nada grave e a festa continuou. Racionais subiu ao palco cantando “Jesus Chorou” e ele [Jesus] deve sim ter derramado lagrimas naquela noite.

Logo após Brown cantar a introdução uma tragédia já anunciada aconteceu, o jovem Luiz Fernando Santana foi baleado e morto e seu corpo foi levado até ao palco.

Durante a confusão Brown não se ausentou em momento algum, com o microfone em mãos, em um ato de extrema dignidade e respeito para com os presentes, Brown, comandou a ordem pedindo para que deixássemos o local sem causar maiores tumulto e num ato de fé rezou o pai nosso pedindo a Deus proteção.

Em entrevista a revista Rolling Stones Mano Brown disse estar virando tiozinho, o tiozinho Vida Loka hoje faz 40 anos de idade, desses, mais da metade foram dedicados ao Rap. Adotando uma postura firme perante a sociedade, Brown já tomou muita chicotada da imprensa, dos políticos da polícia e da sociedade que cria padrões de seres humanos que devem ser seguidos, Brown criou seu próprio padrão fez sua própria trajetória e guiou-se ora por seus guias, ora pela fé em Jesus e ora pelas orientações de sua mãe.

O homem que carrega encravado na pele um pedaço da África também derramou muito sangue como os seus antepassados escravos, Brown derramou o sangue pelo rap puro, feito com prazer. Dinheiro !! Todos precisamos é fato, mas quando o amor não prevalece o dinheiro também não vem, quando se faz como paixão a realidade muda. Para muitos a caminhada ficou dura e quando a caminhada fica dura, só os duros como Mano Brown continuam caminhando…

Parabéns Brown!

Calibre mc no Novos nomes brasileiros MTV.

O Mc Calibre está concorrendo ao premio da Emissora MTV como o novo nome
da musica rap brasileira então quem acredita no potencial do cara é só chegar lá e votar.
Tambem temos o grupo Versu 2 representando a Bahia, ae vai o link para votar.
http://mtv.uol.com.br/novosnomes




O Haiti e a maldição branca


Por Eduardo Galeano*

O Haiti foi o primeiro país onde se aboliu a escravidão. Contudo, as enciclopédias mais conhecidas e quase todos os livros de escola atribuem à Inglaterra essa histórica honra. É verdade que certo dia o império que fora campeão mundial do tráfico negreiro mudou de idéia; mas a abolição britânica ocorreu em 1807, três anos depois da revolução haitiana, e resultou tão pouco convincente que em 1832 a Inglaterra teve de voltar a proibir a escravidão.

Nada tem de novo o menosprezo pelo Haiti. Há dois séculos, sofre desprezo e castigo. Thomas Jefferson, prócer da liberdade e dono de escravos, advertia que o Haiti dava o mau exemplo, e dizia que se deveria “confinar a peste nessa ilha”. Seu país o ouviu. Os Estados Unidos demoraram 60 anos para reconhecer diplomaticamente a mais livre das nações.

Por outro lado, no Brasil chamava-se de haitianismo a desordem e a violência. Os donos dos braços negros se salvaram do haitianismo até 1888. Nesse ano o Brasil aboliu a escravidão. Foi o último país do mundo a fazê-lo.


O Haiti voltou a ser um país invisível, até a próxima carnificina. Enquanto esteve nas TVs e nas páginas dos jornais, no início deste ano, os meios de comunicação transmitiram confusão e violência e confirmaram que os haitianos nasceram para fazer bem o mal e para fazer mal o bem.

Desde a revolução até hoje, o Haiti só foi capaz de oferecer tragédias. Era uma colônia próspera e feliz e agora é a nação mais pobre do hemisfério ocidental. As revoluções, concluíram alguns especialistas, levam ao abismo. E alguns disseram, e outros sugeriram, que a tendência haitiana ao fratricídio provém da selvagem herança da África. O mandato dos ancestrais. A maldição negra, que empurra para o crime e o caos.

Da maldição branca não se falou.

A Revolução Francesa havia eliminado a escravidão, mas Napoleão a ressuscitara:

- Qual foi o regime mais próspero para as colônias?
- O anterior.
- Pois, que seja restabelecido.

E, para substituir a escravidão no Haiti, enviou mais de 50 navios cheios de soldados. Os negros rebelados venceram a França e conquistaram a independência nacional e a libertação dos escravos.

Em 1804, herdaram uma terra arrasada pelas devastadoras plantações de cana-de-açúcar e um país queimado pela guerra feroz. E herdaram “a dívida francesa”. A França cobrou caro a humilhação imposta a Napoleão Bonaparte. Recém-nascido, o Haiti teve de se comprometer a pagar uma indenização gigantesca, pelo prejuízo causado ao se libertar. Essa expiação do pecado da liberdade lhe custou 150 milhões de francos-ouro.

O novo país nasceu estrangulado por essa corda presa no pescoço: uma fortuna que atualmente equivaleria a US$ 21,7 bilhões ou a 44 orçamentos totais do Haiti atualmente. Muito mais de um século demorou para pagar a dívida, que os juros multiplicavam. Em 1938, por fim, houve e redenção final.

Nessa época, o Haiti já pertencia aos brancos dos Estados Unidos.

Nem Bolívar

Em troca dessa dinheirama, a França reconheceu oficialmente a nova nação. Nenhum outro país a reconheceu. O Haiti nasceu condenado à solidão. Tampouco Simon Bolívar a reconheceu, embora lhe devesse tudo. Barcos, armas e soldados lhe foram dados pelo Haiti em 1816, quando Bolívar chegou à ilha, derrotado, e pediu apoio e ajuda.

O Haiti lhe deu tudo, com a única condição de que libertasse os escravos, uma idéia que até então não lhe havia ocorrido. Depois, o herói venceu sua guerra de independência e expressou sua gratidão enviando a Port-au-Prince uma espada de presente. Sobre reconhecimento, nem uma palavra.

Na realidade, as colônias espanholas que passaram a ser países independentes continuavam tendo escravos, embora algumas também tivessem leis que os proibia. Bolívar decretou a sua em 1821, mas, na realidade, não se deu por inteirada. Trinta anos depois, em 1851, a Colômbia aboliu a escravidão, e a Venezuela em 1854.

Em 1915, os fuzileiros navais desembarcaram no Haiti. Ficaram 19 anos. A primeira coisa que fizeram foi ocupar a alfândega e o escritório de arrecadação de impostos. O exército de ocupação reteve o salário do presidente haitiano até que este assinasse a liquidação do Banco da Nação, que se converteu em sucursal do City Bank de Nova York.

O presidente e todos os demais negros tinham a entrada proibida nos hotéis, restaurantes e clubes exclusivos do poder estrangeiro. Os ocupantes não se atreveram a restabelecer a escravidão, mas impuseram o trabalho forçado para as obras públicas.

E mataram muito. Não foi fácil apagar os fogos da resistência. O chefe guerrilheiro Charlemagne Péralte, pregado em cruz contra uma porta, foi exibido, para escárnio, em praça pública.

A missão civilizadora terminou em 1934. Os ocupantes se retiraram deixando no país uma Guarda Nacional, fabricada por eles, para exterminar qualquer possível assomo de democracia. O mesmo fizeram na Nicarágua e na República Dominicana. Algum tempo depois, Duvalier foi o equivalente haitiano de Somoza e Trujillo.

E, assim, de ditadura em ditadura, de promessa em traição, foram somando-se as desventuras e os anos. Aristide, o cura rebelde, chegou à presidência em 1991. Durou poucos meses. O governo dos Estados Unidos ajudou a derrubá-lo, o levou, o submeteu a tratamento e, uma vez reciclado, o devolveu, nos braços dos fuzileiros navais, à Presidência. E novamente ajudou a derrubá-lo, neste ano de 2004, e outra vez houve matança. E de novo os fuzileiros, que sempre regressam, como a gripe.

Entretanto, os especialistas internacionais são muito mais devastadores do que as tropas invasoras. País submisso às ordens do Banco Mundial e do Fundo Monetário, o Haiti havia obedecido suas instruções sem pestanejar. Eles o pagaram negando-lhe o pão e o sal.

Náufragos anônimos

Teve seus créditos congelados, apesar de ter desmantelado o Estado e liquidado todas as tarifas alfandegárias e subsídios que protegiam a produção nacional. Os camponeses plantadores de arroz, que eram a maioria, se converteram em mendigos ou emigrantes em balsas. Muitos foram e continuam indo parar nas profundezas do Mar do Caribe, mas esses náufragos não são cubanos e raras vezes aparecem nos jornais.

Agora, o Haiti importa todo seu arroz dos Estados Unidos, onde os especialistas internacionais, que é um pessoal bastante distraído, se esquecem de proibir as tarifas alfandegárias e os subsídios que protegem a produção nacional.

Na fronteira onde termina a República Dominicana e começa o Haiti, há um cartaz que adverte: o mau passo.

Do outro lado está o inferno negro. Sangue e fome, miséria, pestes…

Nesse inferno tão temido, todos são escultores. Os haitianos têm o costume de recolher latas e ferro velho e, com antiga maestria, recortando e martelando, suas mãos criam maravilhas que são oferecidas nos mercados populares.

O Haiti é um país jogado no lixo, por eterno castigo à sua dignidade. Ali jaz, como se fosse sucata. Espera as mãos de sua gente.

(*Eduardo Galeano é escritor e jornalista uruguaio, autor de As Veias Abertas da América Latina e Memórias do Fogo).
Fonte: Evolução Hip Hop

Versu2 - O segredo da harmonia

Amor Verdadeiro - teatro vila velha transmição ao vivo no evolução hip hop.

Tente a sorte - Na praça tereza batista pelourinho.

Bass Bit

Hoje na Casa Boomerangue Acontece mais uma edição do bass bit
o evento conta com a participação de varios Mc's e dos Dj's Mario 77,
Igor, Indio e gug.
Até meia noite mulheres não pagam, homens R$10.

Morre Dina Di






Rapper morreu aos 34 anos na sexta, 19, devido a uma infecção hospitalar adquirida após dar à luz sua segunda filha
Foto: Arquivo pessoal
Dina Di ao lado de Aline
Dina Di ao lado de Aline
Morreu nesta sexta-feira, 19, às 23h30, Viviane Lopes Matias, a Dina Di, grande representante feminina do hip hop. A rapper, que integrou o grupo Visão de Rua, morreu devido a uma infecção hospitalar após ter dado à luz Aline, sua segunda filha.

A criança nasceu no dia 2 de março, na clínica particular Master Clin, localizada no bairro São Mateus, na região leste de São Paulo. Dina Di sofreu complicações após o parto, chegando a ficar internada por dez dias. Quando o quadro se estabilizou, a rapper recebeu alta. Contudo, seu estado de saúde voltou a piorar, o que a levou novamente à internação.

"Essa notícia foi um baque e deixou meu sábado muito triste. Dina Di foi uma grande representante do rap feminino e brasileiro. Uma guerreira muito importante, que fez as mulheres ganharem mais respeito na cena", disse Thaíde, ao site Rap Nacional. "Com a perda dela, todos nós perdemos um pouco da nossa força. Espero que, agora, ela consiga a paz que todos nós procuramos."

Aline está bem, aos cuidados da avó paterna, junto ao pai. Dina Di tinha 34 anos. O sepultamento ocorreu Cemitério da Vila Formosa, no sábado, 20.

Premio Preto Goez de Cultura Hip Hop

O ano começa com boas notícias para o hip-hop. O Prêmio Cultura Hip-Hop 2010, em forma de edital, vai prestigiar 128 ganhadores, em todo o Brasil. A premiação é de mais de 1,7 milhão de reais. O edital é uma iniciativa do Ministério da Cultura e as inscrições começam em abril

O Prêmio também é uma homenagem ao rapper ativista Preto Ghoéz, do grupo Clã Nordestino. Ele morreu em 2004 e foi uma das pessoas que lutou pelo hip-hop brasileiro.

O jornalista Alexandre de Maio fez uma reportagem em vídeo explicando todos os detalhes do Prêmio Cultura Hip-Hop 2010. O vídeo traz também o depoimento da esposa de Preto Ghoéz, Edi Rock, Gog, entre outros…

Então aos Grupos de rap, grafiteiros e b-boys, preparem-se...

Fonte: www.rapnacional.com.br


A Febre Por amor a Deus a familia e a favela.


Semana Passada saiu mais um cd de um grande grupo de rap, A febre que tras em seu primeiro cd o titulo de Por amor a Deus a familia e a favelao cd já está a venda mas ainda sem data prevista para o lançamento oficial o motivo dessa antecipação na venda foi a procura dos fãs do grupo que já aguardavam impaciente para escultar as musicas. O cd custa apenas R$5.00 e não é copia vale apena comprar, está com otima qualidade sonora, aqui vai o myspace do grupo pra vcs conferir algumas musicas. www.myspace.com/afebre
CONTATO: 3232-2226
EMAIL: djnaldo_20@hotmail.com